terça-feira, 14 de maio de 2013

NOTALATINA: Contratação dos médicos cubanos: o que há por trás disso?

Tem circulado pela grande rede a notícia de que o governo federal vai importar 6.000 médicos Cubanos, a divulgação mexeu com vários segmentos da sociedade organizada contra e a favor, o blog notalatina nos proporciona uma compreensão mais profunda do assunto e o que se esconde nos bastidores que nunca é explicado ao povo em geral. Abaixo uma pequeno trecho da notícia e depois o link para o blog 

A propósito do burburinho que se formou a respeito da contratação de 6.000 médicos cubanos pelo Governo brasileiro, quero tecer alguns comentários e informar algumas coisas que me foram reveladas por um médico cubano, amigo meu de longa data. Por questão de segurança, pois ele ainda tem familiares vivendo na ilha-cárcere como “refém”, passo a chamá-lo de “Ernesto”. Ernesto formou-se em 1984 numa faculdade de medicina de Havana. Naquela época ainda não existia a Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM), que só foi fundada em 1999 e hoje produz médicos em série, como numa fábrica. Conta-me ele que em seu tempo o curso era em 6 anos, como aqui, mas que todos os formandos se graduavam como “médico da família” e quem quisesse se especializar em outro ramo da medicina teria que cursar mais 3 anos na especialidade escolhida. Desses 6 anos, desde o primeiro até o terceiro ano constava no currículo o estudo do marxismo-leninismo, como materialismo dialético, materialismo histórico e ainda história do movimento operário cubano e da “revolução de Fidel”. Essa escola, entretanto, e apesar do ódio visceral aos norte-americanos, seguia o currículo e a bibliografia da Escola Norte-Americana de Medicina, pois Fidel seguia as política e ideologia da extinta URSS mas sabia que a medicina mais avançada era a ianque.
Para ler o artigo completo: http://notalatina.blogspot.com.br/2013/05/contratacao-dos-medicos-cubanos-o-que.html

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